quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

CHICO SPENCER n. 6 APRESENTA MUDANÇA DE DESENHISTA

A grande surpresa do sexto número do detetive gorducho (ou gorduchão) Chico Spencer (21 cm x 15 cm, capa couchê colorida - ilustrada e colorida por José Menezes - com 28 páginas em preto & branco) é a mudança do desenhista (os roteiros seguem sob a batuta deste egocêntrico que vos fala). Emmanuel Thomaz deixou a série – e não me olhem com essa cara, pessoal! Foi uma decisão unilateral do desenhista, ok? – e só mesmo algum outro ilustrador muito experiente e talentoso para assumir essa difícil missão: continuar com um personagem cujos leitores já haviam se acostumado sob o traço peculiar do grande artista paraense (que ultimamente vinha assinando ‘Elthz’). Por isso convidei mestre José Menezes para essa difícil empreitada, a qual topou e encarou com a responsabilidade e o profissionalismo que perpassaram sua longeva e prolífica carreira nos Quadrinhos. Na HQ desta edição, Spencer sai na captura de um assassino psicopata misógino – e nessa busca, conta sempre com a indispensável ajuda de seu parceiro de outro mundo (anjo-da-guarda?), aquele mesmo cantor e ator do passado que encantou (e ainda encanta) multidões. Ops, quase ia me esquecendo, Elthz ainda participa desta edição, com duas lindas ilustrações coloridas nas capas internas. (JS)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

UM BAT-EMBUSTE EM DVD

Para nós que nascemos na década de 60 do século passado, e crescemos assistindo as séries televisivas daquela época – e principalmente as reprises dessas séries, na década seguinte – e que hoje, quarentões e cinquentões, procuramos colecionar aqueles episódios que encantaram nossa infância e juventude, a busca não é muito fácil. Era mais difícil ainda na época do vídeo-cassete, do VHS. Com o advento e popularização do DVD, a aquisição das antigas séries de tv tornou-se mais acessível – especialmente se você tiver nascido na América do Norte e, em certa medida, também na Europa. Nos EUA, homeland daqueles seriados memoráveis, quase tudo já foi resgatado, digitalizado, restaurado e posto a disposição dos consumidores em magníficos boxes de dvds contendo coleções inteiras de seriados antigos. Aqui no Brasil esse específico mercado de DVD é ainda ruim. Essa tralhas produzidas atualmente e que infestam a programação das tvs a cabo se encontram aos montes, mas a respeito dos seriados antigos a coisa é bem diferente. Se tal mercado de séries antigas em dvd no Brasil é melhor do que na maioria dos países nossos vizinhos, é entretanto pior do que o mercado argentino, e inferior também ao de outros países de outros continentes, como Austrália, México e Japão. De qualquer forma, tivemos alguns ‘suspiros’ de excelência com alguns pouquíssimos lançamentos específicos, nas décadas passadas. Seriados como Jornada Nas Estrelas/Star Trek e Perdidos No Espaço/Lost In Space, grande sucesso entre os brasileiros, tiveram todos os episódios lançados entre nós, em irresistíveis boxes de DVD. Outros sucessos como Jeannie É Um Gênio/I Dream Of Jeannie e A Feiticeira/Bewitched também foram lançados integralmente em terra brasilis. Entretanto, vários outros seriados que no passado fizeram muito sucesso aqui no Brasil, ainda não tiveram lançamento oficial. Li um artigo da expert no assunto, a mui competente jornalista Fernanda Furquim (ex-fanzineira do Tv Land, ex-editora da revista Tv Séries, e hoje titular do assunto no blog e na revista Veja), dizendo que os três boxes de DVDs com as temporadas completas de Perdidos No Espaço, foram grande sucesso de vendas. E a pergunta que ficou, na boca de todos os fãs: por que então não se lançar as outras séries do produtor Irving Allen, a saber, Viagem Ao Fundo Do Mar, Túnel Do Tempo e Terra De Gigantes? Segundo a própria Furquim, entrevistando os empresários, o problema seriam os direitos autorais. Parece que, a despeito de terem sido produzidas pelo mesmo estúdio (Fox), existem alguns entraves que impedem o lançamento dessas séries em dvds, oficialmente, no Brasil. Desta forma, passada uma década do bem sucedido lançamento dos boxes de Perdidos No Espaço no Brasil, os fãs das outras séries de Irving Allen continuam chupando o dedo. Ou então, e por isso mesmo, recorrendo aos ‘piratas’. Inicialmente, através de alguns amigos ou comerciantes que gravaram seus imensos acervos de VHS para DVD. Nos últimos anos, uma certa ‘pirataria’ mais refinada pode ser vista – e comercializada – livremente nas bancas de várias cidades brasileiras: uma empresa denominada ‘MA Filmes’ vem lançando nas bancas dvds com episódios das diversas séries de Irving Allen. Não se pode ler qualquer endereço ou e-mail para contato nas embalagens, o que nos deixa muitas dúvidas: será que a ‘MA Filmes’ está lançando esses filmes mediante autorização dos produtores originais? Será que está pagando devidamente aos detentores dos direitos autorais? Se não, como conseguem os lançar assim nas bancas, descaradamente? A Fox nunca reclamou? E os dvds são lançados com capricho: capas bem produzidas, e a qualidade de imagem dos filmes muito boa, ou ótima – os episódios dublados (que é uma exigência dos colecionadores nostálgicos) mas sem opção para o som original. Já existem até boxes com esses dvds da ‘MA’, igualmente caprichados. Além das séries de Irving Allen, muitas outras podem ser encontradas nas bancas brasileiras, por conta dos, vamos dizer assim, ‘piratas autorizados’ – incluindo o Zorro dos estúdios Disney, com Guy Williams, mas somente a versão colorizada da década de 90 do século passado. Nos EUA toda a série original em preto e branco já foi lançada em DVD, uma série de imenso sucesso no Brasil que inexplicavelmente ainda não foi lançada entre nós. No passado também os seriados de faroeste eram muito populares, mas, como esse estilo é hoje considerado ‘politicamente incorreto’, alguns pouquíssimos títulos nos chegaram pelas mãos dos dvds ‘não-oficiais’, tais como alguns poucos episódios de Bonanza, O Homem Do Rifle, Chaparral e Laredo.
                O seriado televisivo do Batman dos anos 60, com Adam West e Burt Ward, é um caso peculiar. Produzido originalmente pela Fox, na década de 80 o personagem teve os direitos adquiridos pela Warner. Conclusão: até hoje, uma disputa dos diabos impede que os episódios do antológico seriado sejam lançados em dvd oficialmente – até mesmo nos EUA. Se está assim para eles, imagine para nós. Lembro-me de que, alguns anos atrás, meu cunhado conseguiu dvds com todos os episódios da série, na famigerada Galeria Pajé, na rua 25 de Março da capital paulista. E recentemente, em mais uma de minhas visitas à paulicéia, eis que encontro numa das lojas do centro da cidade um chamativo box anunciando seis dvds com episódios do antigo seriado do Batman. Conferi o preço: R$ 80 – o mesmo preço do box com episódios do Rin Tin Tin, mas aquela versão colorizada, outro feito da ‘MA Filmes’. E lá estava, na parte de trás do box do Batman, a marca da ‘MA Filmes’, sem qualquer endereço ou email de contato. E lá estava eu na rodoviária paulistana, esperando o horário do ônibus que me levaria de volta à terrinha querida, e vejo numa das lojas o mesmo box de dvd do Batman que eu havia visto no centro da cidade. O preço, os mesmos R$ 80. Com a boa impressão de qualidade que me passaram os dvds das séries de Irving Allen lançados pela ‘MA’, não resisti e desembolsei a quantia devida para aquisição daquele vistoso box, com 6 dvs contendo um total de 30 episódios. Bem, caí do cavalo...
                Algo irritante perpassa por TODOS os episódios contidos nessa meia dúzia de dvds: dois enormes ícones do Homem-Morcego tomam os cantos superiores do vídeo, esquerdo (o ícone visto na apresentação dos episódios) e direito (o ícone visto no uniforme do Batman, vestido pelo ator Adam West), estorvando irritantemente a apreciação! No segundo episódio (‘Destruído Com Um Soco/Smack In The Middle), um desencanto ainda maior: simplesmente suprem-se alguns minutos do episódio, e não são minutos quaisquer: nesse episódio específico, o Charada e seu bando raptam o Robin e, disfarçando sua comparsa (isso mesmo, uma garota) como o menino-prodígio, ela é levada até a Bat Caverna, visando matar o Batman. Mas não dá certo, e a moça acaba morrendo, caindo acidentalmente dentro do famoso ‘reator nuclear que abastece o Batmóvel’. A única vítima fatal em todo o seriado do Batman, e essa memorável sequencia está excluída desse dvd, no episódio mutilado!
                Outra coisa insuportável: fã de seriado que se preze, faz questão de que os episódios de seus filmes favoritos constem, indefectivelmente, a abertura e os letreiros de encerramento, com suas respectivas músicas. Pois bem, a respeito dos letreiros finais, quase todos os episódios mostram o mesmo encerramento! Repete-se incansavelmente os letreiros do episódio ‘Uma Charada Por Dia Aposente Um Charadista/A Riddle In A Day Keeps The Riddler Away, em quase todos os outros episódios! Também os créditos finais do espisódio ‘O Coringa Vai À Escola’/The Joker Goes To School é reapresentado indevidamente em vários outros episódios! Uma lástima! Mas não pensem que é tudo! Não! A qualidade da imagem dos episódios é sofrível, com o brilho e o contraste desregulados!

                Bem, eu caí nessa, e deixo essa postagem de alerta para os fiéis seguidores deste blog. E fiquem ainda mais atentos, pois esses dvds vêm sendo lançados nas bancas avulsamente, com suas capas muito atraentes e sugestivas. De minha parte, fico com os poucos episódios do Batman que consegui anteriormente com outros ‘pirateiros’, incluindo os antológicos episódios em que Batman e Robin se encontram com o Besouro Verde e Kato – pra quem não sabe, este último foi interpretado por ninguém menos do que Bruce Lee – que não consta do box da ‘MA Filmes’. Devo guardar a caixa do box, e as capas dos DVDs, que pretendo usar quando eu conseguir discos contendo episódios com melhor qualidade. Já os discos da ‘MA’ contendo os filmes com aquela péssima qualidade, fico até com vergonha de presentear algum amigo. O destino final deve ser mesmo a lata de lixo. Santo embuste, Batman! (JS)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

OS MAGIMELÓDICOS, NOVO LANÇAMENTO DO PROJETO CHROMA

Na capa não deu pra ler muito bem, mas o novo lançamento da cooperativa de Histórias-em-Quadrinhos Chroma chama-se Os Magimelódicos (formato 21 cm x 15 cm, 68 páginas em tons de cinza no papel couchê, capa colorida também no couchê), criação do jovem Osmar Menezes. São eles artistas do circo que leva esse nome, com a palhaça Clara e seus assistentes, o anão Shiao e a mica Maraca; Tex-Mex, o homem mais corajoso do mundo, um equilibrista com habilidades extraordinárias; a ventríloqua Lalá e sua boneca Mimi; o hipnotizador Tony Braid Erickson (ele que é também o Ringmaster, mestre de cerimônias e apresentador das atrações do circo); Marimbo, o dançarino, que se apresenta juntamente com a grande atração do circo e personagem principal da série: a incrível ilusionista Isabelle O’Violin. Os magimelódicos vivem o dia-a-dia dentro da normalidade, entre brincadeiros e algumas briguinhas, até que Isabelle é acometida de um transe mediúnico, e posteriormente de alguns sonhos, onde percebe a presença de sua mãe – que ela sequer chegou a conhecer. A partir daí, procura saber sobre o paradeiro dela, e as informações que lhe passa o Ringmaster não a convencem – disse ele, com sinceridade, que a mãe de Isabelle era uma criminosa sem escrúpulos que a havia abandonado por dinheiro. Saga prevista para três volumes, esta primeira edição termina com Isabelle deixando o circo em busca de pistas sobre o paradeiro de sua mãe desaparecida – e, desta forma, deixando inconsoláveis seus colegas de circo. As principais influências do autor são os vídeo games e os mangás – eu, que geralmente corro para meu abrigo anti-nuclear sempre que me deparo com essas coisas, desta vez vou dar o braço a torcer, não só pelos desenhos muito bonitos, mas principalmente pela ótima narrativa, plena de sensibilidade e muito bom humor. Mais uma surpresa agradabilíssima proporcionada pelo Projeto Chroma, do parceiro Thiago Silva. Mais informações acessando www.projetochroma.net.br ou www.magimelodicos.blogspot.com (JS)

SAIU O 10.o NÚMERO DO FANZINE DO ÁTOMO PELO NOVO SISTEMA

Cooperativa de Histórias-em-Quadrinhos Novo Sistema lançando o décimo número do fanzine do Átomo (1/2 A4, 16 páginas p&b), apresentando a HQ ‘Utopia’, escrita e ilustrada por Riccelle Sullivan Suád, o criador do personagem. E ninguém melhor do que ele para explicar para os leitores:
Teryaki Riot, o Átomo, é um alienígena que caiu na Terra após ter sobrevivido a explosão de uma estrela. Vindo de uma sociedade altamente evoluída, aqui ele encontra sérios problemas de adaptação, principalmente quando seus poderes começam a sair do controle devido a uma infecção generalizada que ataca todo o seu sistema imunológico, ameaçando sua vida e a segurança de todo o planeta. Mas, graças a intervenção do mago conhecido como Senhor Infinito, a ameaça é contida e a saúde do herói é restabelecida. Agora, resta saber o quanto a presença deste herói alienígena poderá nos afetar...

                Enquanto se desenvolvem as aventuras do Átomo, Suád promete que a edição comemorativa dos 15 anos de seu outro personagem, O Homem Camaleão (que os seguidores deste blog conhecem tão bem) vai ser de arrasar. Não duvido, eu que já cansei de constatar o incrível talento desse jovem autor! E que manda avisar que seu fanzine poético Pô-Esia já está na segunda edição. Contatem o moço no email lynx_2811@hotmail.com e visitem o blog www.gruponovosistema.blosgspot.com (JS)

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

QI n.124 NA PRAÇA!

O 124º. número do fanzine QI, editado pelo mineiro de Brasópolis Edgard Guimarães apresenta menos páginas do que habitualmente (24 páginas) mas nem por isso deixa de mostrar artigos e crônicas de grande interesse para os aficionados por Histórias-em-Quadrinhos. Na sessão ‘Mistérios do Colecionismo’, uma das preferidas dos leitores, Edgard comenta a respeito das revistas da Lord Cochrane, editora chilena que lançou no Brasil diversos títulos com os personagens do King Features – Príncipe Valente, Jim das Selvas, Brick Bradford, Rei da Polícia Montada (lançado como ‘Patrulheiros da Lei’) entre outros. Ed ressalta, no final do artigo, que essas revistas tinham vários defeitos, tais como remontagem de tiras, retoques nos desenhos, e uma tradução sofrível. E arremata, com muita sabedoria: “apesar de tudo, essas revistas da Lord Cochrane são muito valorizadas hoje em dia, o que só se explica pela falta de noção (grifo meu) que acomete o vendedor (quando pensa que pode vender nesses preços) ou o colecionador (quando o compra)”. Ou seja, faz-se um apelo ao bom senso, contra os exploradores e extorsionistas dos gibis que elevam os preços nas alturas, e que os colecionadores também possuem grande parte de responsabilidade ao consentir em pagar preços absurdos por gibis antigos. Curioso também – e esta é uma observação deste escriba – é o nome da editora, que me fez lembrar do comandante navegador inglês que tanta importância teve na História do Brasil, lutando ao lado das forças imperiais de D. Pedro I por ocasião das turbulentas revoltas anti-independência que eclodiram por todo  o território nacional logo após o 7 de Setembro de 1822. Antes de vir atuar no Brasil, Lord Cochrane estava exatamente no Chile, contratado para lutar pela independência daquele país. Talvez este seja o motivo que levou os editores chilenos do século XX a batizarem a sua empresa com esse nome. Também é de Guimarães o artigo-crônica ‘Desvendando Alma Em Matéria Pouca’, sobre a técnica de Alex Raymond em desenhar a partir de modelos vivos, e as diferentes abordagens nas compilações inglesas e norte-americanas do Flash Gordon. Worney Almeida na coluna ‘Mantendo Contato’ aborda a nova série de revistas de passatempos produzidas pelo estúdio Pégasus do experiente Tony Fernandes. E temos o indispensável de sempre: fórum dos leitores, divulgação das edições independentes, o Poeta Vital na quarta capa, e os encartes: mais um capítulo da série Buster, ilustrada pelo mestre dos Quadrinhos, o português José Augusto Pires, e dois ‘Cotidianos Alterados’, relembrando clássicos das tiras em Quadrinhos muito populares no passado, hoje quase que totalmente esquecidas: Gasoline Alley de Frank King e The Gumps, de Sidney Smith. Enfim, assunto é que não falta no QI. Contatem o editor em edgard@ita.br (JS)

PERSONAGENS DO UNIVERSO 'CLIMA' CADA VEZ MAIS COLORIDOS!

Chagas Lima, esse moço da cidade de Natal/RN, não cansa de surpreender os leitores de seu incrível universo de personagens, que já nos renderam quase duas centenas de fanzines. Editor, roteirista e desenhista, nos tempos mais recentes Lima não vem fazendo por menos: suas publicações independentes – e bota independente nisso! – vêm sendo publicadas totalmente coloridas, tanto nas capas quanto nas HQs internas. Um artista que mereceria estudos, mestrados, doutorados, se grande parte de nossos coleguinhas não estivesse interessado em prêmios, holofotes, convenções inúteis, super-heróis da Marvel, etc. Mas enfim, aqui neste blog os fiéis seguidores já perceberam que Chagas Lima e seus personagens merecem todo o destaque do qual fazem jus. As mais recentes publicações que recebi do intrépido editor potiguar foram o 105º. número do Icfire (vocês não leram errado, não: centésimo quinto número!), com 16 páginas coloridas apresentando duas HQs: a quarta parte da saga de Icfire no planeta Blanka, onde nosso herói vai descobrindo os segredos desse misterioso mundo, ciceroneado pela princesa Dan-nah; a outra HQ apresenta o instigante Braço Direito – personagem de visual invocadíssimo, que ficou ainda mais invocado todo em cores – enfrentando talvez a maior ameaça de sua carreira: seu próprio braço direito! A outra edição que recebi é o primeiro número de uma nova série: Os Destruidores, apresentando os super seres do universo ‘Clima’ atuando juntos. Mas é mesmo o Icfire solo quem enfrentará uma versão de si mesmo, como era no passado: Ice-Hot! Contatem o editor-escritor-ilustrador Chagas Lima em icfire.clima@gmail.com ou no blog www.icfirehq.blogspot.com (JS)
                                         

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

ESTÚDIO INKBLOOD COMICS LANÇA O SEGUNDO NÚMERO DA REVISTA STIGMA, COM HQs DE TERROR PRODUZIDAS POR AUTORES BRASILEIROS

Revista Stigma, terror, ficção e aventura nº02
Lançamento 20 de Dezembro 2013
-68 páginas preto e branco, capa em couche cor.
-Formato 20x27
-Preço de capa R$12,00 mais correio.
-6 HQ’s
-Galeria de arte
-3 matérias sobre autores.
-1 conto.
Stigma, revista nacional de quadrinhos com antigos e novos autores. Nossa missão é trazer o bem e velho terror nacional com qualidade e inovação.
Produção estúdio Ink Blood Comics, editora Cultura e Quadrinhos.
Site: http://editoraculturaequadr.wix.com/culturaequadrinhos