Flecha Ligeira (Straight Arrow), personagem dos comics criado pelo estadunidense Fred Meagher para a Magazine Enterprises, foi lançado em seu país de origem em 1950. O personagem, vivendo aventuras no velho oeste, chama-se Steve Adams, mestiço de mulher branca e homem comanche, que para combater os foras-da-lei das pradarias vestia-se como um índio nativo e, galopando com o fiel cavalo Fúria, não dava moleza pra bandidagem! No Brasil quem republicou as histórias de Flecha Ligeira foi a Rio Gráfica e Editora (RGE) de Roberto Marinho, e tudo indica que o sucesso do personagem foi maior ainda entre os leitores brasileiros do que entre nossos irmãos do norte. Isso porque, findo e cancelado o material original, artistas brasileiros como José Menezes, Walmir Amaral, José Evaldo, Lutz (Luís Fernando Guimarães) e Juarez Odilon se encarregaram de produzir as capas e as histórias para o gibi do Flecha Ligeira – e a produção do Flecha Brazuca durou cerca de 10 anos! Pois bem, no ano de 1968, José Menezes havia acabado de concluir mais uma HQ com o personagem de Meagher, quando foi avisado pela direação da RGE sobre o cancelamento da revista. Eis que, anos depois, José Menezes mui gentilmente permitiu a publicação desta HQ ainda inédita do Flecha Ligeira, através do nosso selo Júpiter II – e isso acaba de acontecer, temos a honra e a alegria de apresentar esse pequeno tesouro da HQ, no terceiro número da revista O Bom & Velho Faroeste, com 24 páginas preto&branco já a disposição dos leitores. E nosso bom Menezes ainda produziu a arte da capa, especialmente para esta edição (colorizada por Dennis Oliveira), e escreveu texto sobre a trajetória do personagem. Imperdível, hein? KANIIVAA, Fúria! smeditora@yahoo.com.br sexta-feira, 17 de junho de 2011
HERÓI DO VELHO OESTE É ATRAÇÃO DO TERCEIRO NÚMERO DE O BOM & VELHO FAROESTE
Flecha Ligeira (Straight Arrow), personagem dos comics criado pelo estadunidense Fred Meagher para a Magazine Enterprises, foi lançado em seu país de origem em 1950. O personagem, vivendo aventuras no velho oeste, chama-se Steve Adams, mestiço de mulher branca e homem comanche, que para combater os foras-da-lei das pradarias vestia-se como um índio nativo e, galopando com o fiel cavalo Fúria, não dava moleza pra bandidagem! No Brasil quem republicou as histórias de Flecha Ligeira foi a Rio Gráfica e Editora (RGE) de Roberto Marinho, e tudo indica que o sucesso do personagem foi maior ainda entre os leitores brasileiros do que entre nossos irmãos do norte. Isso porque, findo e cancelado o material original, artistas brasileiros como José Menezes, Walmir Amaral, José Evaldo, Lutz (Luís Fernando Guimarães) e Juarez Odilon se encarregaram de produzir as capas e as histórias para o gibi do Flecha Ligeira – e a produção do Flecha Brazuca durou cerca de 10 anos! Pois bem, no ano de 1968, José Menezes havia acabado de concluir mais uma HQ com o personagem de Meagher, quando foi avisado pela direação da RGE sobre o cancelamento da revista. Eis que, anos depois, José Menezes mui gentilmente permitiu a publicação desta HQ ainda inédita do Flecha Ligeira, através do nosso selo Júpiter II – e isso acaba de acontecer, temos a honra e a alegria de apresentar esse pequeno tesouro da HQ, no terceiro número da revista O Bom & Velho Faroeste, com 24 páginas preto&branco já a disposição dos leitores. E nosso bom Menezes ainda produziu a arte da capa, especialmente para esta edição (colorizada por Dennis Oliveira), e escreveu texto sobre a trajetória do personagem. Imperdível, hein? KANIIVAA, Fúria! smeditora@yahoo.com.br QUEM É CHICO SPENCER?
É um detetive, por isso tem que ser um cara durão. Mas, antes de ser um cara durão, Chico Spencer gosta de ser um cara justo e honesto. E, antes de ser durão, justo e honesto, Chico Spencer é uma pessoa como qualquer um de nós, capaz de sorrir ou se irritar, ficar feliz ou triste, emocionado ou ranzinza. Ele cobra recompensa pecuniária por seu trabalho, mas não pensem que não seja capaz de fazer caridade quando necessário. É um altruísta neste mundo interesseiro e materialista. Não por acaso seu melhor amigo não é deste mundo. O amigo de Spencer é um ser de outra dimensão, elegante, de voz encantadora. Só Chicão pode enxergar e conversar com seu parceiro, e este não se fará de rogado para ajudar o detetive sempre que possível. E por último, mas não finalmente: Chico Spencer é uma oportunidade para que eu possa trabalhar mais uma vez com meu parceiro de longa data Emmanuel Thomaz, este irresistível talento paraense da HQs. Como um personagem que está nascendo, vamos ver que rumos & caminhos nosso Chicão irá tomar, daqui pra frente. Se os leitores gostarem, já terá valido a pena. (JS)DE VOLTA O POLÊMICO THE NEGÃO
De volta o controverso personagem dos Quadrinhos criado por Eduardo Kovalewski, numa revista formatinho com capa colorida e 24 páginas em preto & branco mostrando o indizível The Negão, na HQ Presepadas No Velho Oeste (escrita e ilustrada por Edu, co-escrita por Miguel Rude e artefinalizada em algumas páginas por Lula Borges). Na verdade, como nos explica o autor no editorial, esta história foi a primeira e ser feita com o personagem, mas só agora publicada, depois das histórias feitas posteriormente mas que já saíram em fanzines e edições especiais, desde 1998. De qualquer forma, estão aqui todos o ingredientes que tornaram este personagem querido entre os leitores udi-grúdi e além, ou seja, a irreverência debochada e implacável, tão politicamente incorreto que levou o autor/editor a se explicar no editorial e no posfácio (e prudência assim nunca é demais, pois de fato é sempre imprevisível a reação dos neostalinistas que nos circundam, ociosos). Mas sou obrigado a discordar de dois assuntos que o nosso bom Kova expressou no editorial: primeiramente, ele acredita mesmo que o governo Lula “pagou a nossa dívida externa”! E termina: “infelizmente ainda somos hipócritas o suficiente para não tolerar palavrões numa história em quadrinho”. Mas meu caro Eduardo, será mesmo que somos todos hipócritas (você, inclusive?) por causa disso, por não gostarmos de palavrão? Rapaz, creio que se você relesse alguns exemplares de Chiclete com Banana e Animal, encontraria uma variadíssima antologia de palavrões – e, como o amigo bem sabe, as publicações atuais (e desde aquela época), quase todas na linha editorial daquelas infelizes publicações, renovaram e renovam grandiosamente o vocabulário chulo. Enfim, se fôssemos juntar todos os gibis que contenham palavrão, e os atirássemos à rua, provavelmente nossas cidades ficariam soterradas de papel! Deve ser por isso Edu, que as pessoas começam a ficar incomodadas com os palavrões. Banalizou-se até o palavrão. Já não incomoda pelo escândalo, mas pela repetição insisitente, pela saturação, pelo cansaço, pelo tédio! Qualquer rap infanto- juvenil tem palavrões. Aquela Preta Gil vive gritando nos palcos e nos discos, "vem arregaçar minha b..."!Eu mesmo que já escrevi textos, crônicas e HQs horrorosas, com vários palavrões, deixei de fazer isso! Por livre e expontânea vontade, e não por hipocrisia! Foi o caminho que escolhi. Bem, eu falando desse jeito faz parecer que The Negão não é bom, mas é sim, o personagem é muito divertido e o traço do autor é o mais apropriado possível. Podem pedir e conhecer, pois o bom humor do autor por si só é engraçado o suficiente, e nem precisaria de palavrões para agradar! polocarioca@hotmail.com FANZINE ESPECIAL DO HOMEM-CAMALEÃO
O maranhense Riccelle Sullivan (mais conhecido como Suád) lança fanzine especial com seu personagem Homem-Camaleão – mas, desta feita, o vigilante mascarado vai viver aventura muito diferente do que viveu nos oito primeiros números do fanzine próprio, enfrentando vilões e super-vilões em cenário urbano: desta feita, o Homem-Camaleão é teletransportado para o futuro onde ajudará um grupo de jovens super-poderosos, grupo conhecido como Next (criação do jovem Yagami Gijo). O fanzine tem 32 páginas, capa dupla colorida e uma HQ dividida em duas partes, tudo brilhantemente ilustrado por Suád e o roteiro por Gijo, em boa medida mostrando aventura e bom humor. Os caras são muito talentosos, e merecem todo nosso apoio. E vou lhes confessar, melhor ainda do que a HQ, foi o editorial (escrito por Suád), e um texto de auto-apresentação de Gijo, que é muito engraçado. Conheçam o blog www.homemcamaleao.blogspot.com terça-feira, 14 de junho de 2011
CONVERSA COM O EDITOR - QUADRINHOS E PATRIOTISMO
De repente me lembro de uma pergunta feita por um colega, por volta de uns cinco anos atrás: “você só publica autores brasileiros, mas não levanta nenhuma bandeira nacionalista, não é?”, pois reparara que os gibis com o selo “smeditora” não traziam frases-chavões como “apoie o Quadrinho Brasileiro”. De fato, naquela ocasião, isso me parecia realmente sem importância. E ainda guardava na memória algumas campanhas nacionalistas que me pareciam muito antipáticas, vistas na ocasião, como por exemplo as que apareciam em algumas das revistas da Grafipar. Entretanto, nos tempos que correm, e desde há alguns poucos anos, venho refazendo inúmeros conceitos em minha vida, acabando por mudar e até mesmo encerrar algumas atitudes e alguns vícios que carregava comigo, e que eu pensava serem invencíveis! Não eram! Já escrevi em tantas outras crônicas postadas aqui, que a História do selo Júpiter II é a História de vários parceiros, mas a linha editorial, esta que é confiada a mim, é a História de minha vida, as mudanças em minha vida, trânsito de boas energias sendo transferidas para as nossas humildes publicações. Reparem o momento de minha vida em que nasce e cresce a produção editorial de nossa cooperativa: eu deixava o estilo de vida materialista-ateísta-hedonista-egoísta no qual havia insensatamente chafurdado, durante anos, e retomava os valores de minha criação religiosa cristã. De modo que esta mudança, esta escolha por um novo estilo de vida, cada vez mais distante das agruras do mundo materialista sem alma, prossegue firme, no dia-a-dia cheio de fé e esperança no meu progresso pessoal (moral e espirutal, principalmente) e também no de meus parceiros, de modo que possamos realizar um bom trabalho neste nosso momento terrestre, usando nossos talentos em prol do bem-estar de nossos irmãos de jornada. Cada vez mais longe das obscuridades da concupiscência, vou renovando meu coração no Caminho da Eternindade, respirando alegria e desejando que este mesmo sentimento esteja presente nos corações de nossos amigos, parceiros, leitores, irmãos. Eu, que há pouco tempo atrás era capaz de escrever e publicar coisas violentíssimas, que exaltavam péssimos defeitos dos seres humanos, histórias que poderiam realmente levar a morte, agora reformulo totalmente meus conceitos, meus valores diante das coisas da vida. Eis a decisão que tomei, no campo de trabalho ao qual fui designado, das publicações editoriais: nunca mais exaltar a melancolia, o niilismo, a perversão! Jamais repassar aos leitores sentimentos tão ruins! E os gibis de nossa cooperativa, a despeito de serem feitos por variada gama de autores e estilos, cada um dos gibis lançados carrega um pouco de mim, de minhas virtudes e meus defeitos.
Se retornando aos braços do Cristo consegui aprender a gostar das pessoas, a gostar mais de meus familiares, de meus amigos, de meus vizinhos, de meus parceiros, das pessoas de minha cidade, a consequencia prática é fazer renascer em nós o sentimento patriótico. Muitos relacionam o patriotismo exclusivamente a fatos históricos violentos e sangrentos; outros, equiparam patriotismo à cultura histórica e artística de um país. De minha parte, o patriotismo – sentimento do qual antes eu desprezava, ofendia e debochava – renasceu firme em meu espírito com a perseverança na religião cristã. Pois foi ao retomar o cristianismo que eu voltei a gostar mais das pessoas. E, antes de nos tornarmos patriotas, temos que aprender a gostar das pessoas, dos nossos vizinhos. Eu aprendi assim: só me tornei patriota depois que passei a respeitar e a gostar mais das pessoas. E muito me ajudou a seguir este caminho a homilia proferida pelo Padre Celso Maximino José, de paróquia de Barra Bonita/SP, nossa vizinha aqui de Jaú. Era um dia 7 de Setembro e o bom Padre, com muita inteligência, a partir do preceito evangélico que nega a seus seguidores o direito de julgar e condenar alguém, exortava os fiéis a passarem a dar mais importância às virtudes do que aos defeitos das pessoas. De modo que, numa rápida e apaixonada análise do povo brasileiro, como é fácil perceber que temos muito mais virtudes do que defeitos! Eu, que já viajei em vários locais em nosso Brasil, sou testemunha disso! Mesmo quando eu chegava em alguma localidade com os sentimentos totalmente dominados pelo negativismo, havia um sorriso a me receber! Padre Celso terminou aquela inesquecível celebração do dia 7 de Setembro pedindo a Deus Pai que abençoasse todo o povo brasileiro! Amém, Senhor! Finalmente eu entendo, eu creio!
Religiosidade cristã me faz lembrar da devoção ao Divino Pai Eterno. Defronte ao Santuário Basílica consagrado a Ele, localizado na cidade de Trindade/GO, uma enorme bandeira brasileira pode ser vista tremulando em alto mastro. O reitor do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, Padre Robson de Oliveira é realmente um patriota, alguém que sinceramente deseja o Bem de todos os brasileiros (quem conhece a obra social que ele comanda, sabe do que estou falando), por isso repete constantemente na novena televisiva a importância da evangelização cristã, para o Bem do nosso país, para que o Brasil seja realmente mais feliz. E guardo e carrego firme comigo o ensinamento que aprendi, em forma de oração, que Padre Robson constantemente nos lembra quando rezamos a novena a favor de nossos trabalhos: “Ó Divino Pai Eterno, abençoai os empresários e os empreendedores, que possam progredir e dar chance a um grande número de pessoas em nosso país, para que possam ser melhores”! Ainda não me tornei um empresário, pois ainda não conseguimos criar uma editora de fato e de direito. Um empreendedor, vá lá! De qualquer forma, continuamos uma cooperativa. Mas, acreditem ou não, minha meta de trabalho é continuar tentando criar e fortalecer uma indústria de Quadrinhos feita por artistas brasileiros! Quero progredir e dar chance para que todos possamos progredir juntos! Um brasileiro que possa dar chances a tantos outros brasileiros! Isso é importante, claro que é! Só assim vale a pena ser patriota, amando mais e sendo mais útil a nossos irmãos, especialmente aqueles mais próximos de nós (e a quem temos mais chances de ajudar), nossos compatriotas.
sábado, 4 de junho de 2011
CELTON SE SUPERA A CADA NÚMERO!
Lacarmélio Alfêo de Araújo, mais conhecido como Celton, nosso grande artista dos Quadrinhos, conhecido por vender seus gibis nos engarrafamentos da cidade de Belo Horizonte (e hoje em dia, também na capital paulista) – gibis que ele mesmo escreve, desenha, edita e vende – lança a 26ª. edição de Celton – originalmente o nome de seu personagem principal, um mecânico gente boa com superforça, mas já há algum tempo dedicada a projetos diversos, que vão de textos paradidáticos até HQs religiosas (de tal modo que o próprio Lacarmélio passou a ser conhecido, e assumiu o apelido de Celton). Neste número (32 páginas p&b no formatinho), Celton se aproveita dos bastidores do futebol para contar mais uma engraçadíssima história chamada “Maria Chuteira E O Jogador De Futebol”, onde o autor expõe, de forma como sempre muitíssimo bem humorada, as várias facetas dos relacionamentos sexuais. O que chama a atenção é um tom razoavelmente mais ácido do que o habitual, que pode surpreender aqueles que já conhecem o trabalho de Lacarmélio. E mais interessante ainda é um artigo de três páginas assinado pelo autor relatando suas peripécias na capital e no litoral paulistas, que desvendou de motocicleta, vendendo gibis. Neste artigo, uma reflexão em especial me chamou a atenção: “desenhar muito ou escrever bem não são suficientes para o sucesso de uma publicação em Quadrinhos. O que conta é a manha, o ‘feeling’ do texto simples, divertido e popular, ainda que o tema seja sério”. E se eu fosse vocês, colegas, eu prestaria muita atenção no que diz nosso bom Lacarmélio. Afinal de contas, o homem consegue, sozinho, escoar tiragens de 20 mil exemplares! Leram com atenção, rapazes e moças? 20 mil! Mais do que todas ou quase todas as porcariadas da Marvel/DC, mais até do que as caríssimas edições especiais do Tex! (talvez hoje em dia mais até mesmo do que as edições mensais, cada vez mais caras, com preço abusivo – sem falar no extorcionismo das edições coloridas, a 30 reais! Não compro de jeito nenhum!). Não é um fenômeno, que deveria ser reverenciado por todos nós que tentamos trabalhar com Quadrinhos? Deve ser por isso que Celton nunca recebeu nenhum hq mix, o “oscar” dos Quadrinhos Brasileiros, hahaha! Brasileiros vírgula, como pode ser chamado de incentivo ao Quadrinho brasileiro, uma premiação que já laureou incontáveis vezes autores estrangeiros como alan múúúú, frank milho e nil gosma, e nunca deu sequer menção ao Celton? Mas também não é pra menos, né gente? Imagine se o Lacarmélio aparece por lá numa dessas premiações, o tamanho do constrangimento daqueles republicadores de gibis vestidos com camisetinhas do bátima e do ómiarnha, de bermuda e chinelo (apesar de ganharem um bom dinheiro, e de terem condições de vestir-se muito mais elegantemente), que republicam aqueles gibis caríssimos, com personagens conhecidos, com distribuição nacional, com todo apoio dos segundos cadernos de jornais, dos sites especializados e dos filmecos de hollywood? Os caras iriam se contorcer de inveja, pensando: “caramba, como é que um caipira desses consegue vender tantos mais gibis do que a gente?”. Ora, que se danem esses pedantes! Procurem conhecer a obra de Lacarmélio, não vou nem passar email ou endereço de contato pois ele não vende pelos correios, mas só nas ruas mesmo. Eu por exemplo sempre posso contar com ajuda do meu amigo Paulo Joubert, morador da grande BH, que nunca me deixa ficar sem um número do Celton. (JS)

