domingo, 13 de julho de 2014

VELTA 2014, MAIS UMA ESPETACULAR EDIÇÃO DE EMIR RIBEIRO

Emir Ribeiro lança nova edição de sua mais conhecida personagem, Velta, retomando a cronologia original após diversas edições apresentando realidades alternativas. Nesta nova e caprichada publicação (23 cm x 15 cm, capa colorida em papel couchê apresentando 35 páginas em p&b-tons de cinza) na HQ ‘A Desgraça Nunca Vem Sozinha’, novas e instigantes personagens entram em cena para enriquecer as aventuras da Velta – e aqui cabe um breve parênteses, conforme explicação do autor, a personagem Denise já havia sido criada no início da década de 90 do século passado, mas só agora estréia oficialmente. E logo de cara vemos Denise, policial alienígena do mesmo planeta da hermafrodita Doroti, estando na caça desta, procura o detetive Gilberto (ex-namorado de Velta) para ajuda-la em sua missão. Logo Velta é chamada para acompanha-los na busca, e lá vão eles na nave espacial de Denise percorrendo Belo Horizonte, João Pessoa e Curitiba na procura de Doroti (quem achou que a danada havia morrido, vai se surpreender). Uma aventura com muito suspense, bom humor, sensualidade e ação, destaque para a luta entre Denise e Doroti, além da aparição da misteriosa Nefertite, com adequado visual de deusa egípcia. Os fãs morrendo de curiosidade para a seqüência que está por vir. Atenção: esta é uma publicação independente do próprio autor Emir Ribeiro, e os pedidos devem ser feitos diretamente para ele: emir.ribeiro@gmail.com e/ou emir_ribeirojp@yahoo.com.br e não deixem de visitar a página do Emir em www.emirribeiro.com.br (JS)

CONFIRAM AS ATRAÇÕES DO FANZINE QI n.127


A 127ª. edição do fanzine QI traz muitas atrações em suas 28 páginas, começando com uma crônica muito bem humorada sobre o personagem Visg, escrita por Edgard Guimarães e ilustrada de forma muito peculiar por Marcos Fabiano Lopes. Visg, super-herói brasileiro dos Quadrinhos criado por M.R. Candia (também autor do impagável Homem-Microscópico, que merece uma aparição no QI), que teve uma única edição publicada no final da década de 60 do século passado mas que até hoje é comentado pelos fãs e estudiosos da HQB, inclusive lembrado por Watson Portela em ‘O Último Vôo Livre’. Na coluna ‘Quadrinhos Brasileiros Bissextos’, Edgard Guimarães comenta sobre uma revista lançada por um grupo de artistas brasileiros em meados da década de 70 do século XX, de muito boa qualidade mas que teve somente dois números – o nome da revista reproduz a famosa interjeição mineira, ‘Uai!!’
                Muito oportuna a reprodução de uma entrevista dada pelo próprio editor do QI ao estudante Kleber William Lourenção Gomes, perguntas pertinentes com respostas concisas e perfeitamente explicativas.
                Olhem que curioso o que aconteceu neste número do QI, que nos dá a exata compreensão do que representa um Editor com ‘E’ maiúsculo: a partir da dúvida de um leitor (o grande artista Luciano Freiberger) a respeito do artista Valdecy Ferreira, Ed Guimarães desenvolveu intensa pesquisa nas publicações brasileiras de terror para apresentar a trajetória de Valdecy nos Quadrinhos, que não é pequena, tendo mostrado seu talento em várias revistas de diversas editoras brasileiras.
                Em ‘Desvendando Alma Em Matéria Pouca’, Edgard Guimarães, a partir de uma tira do Tarzan por Russ Manning e também do Thorgal, aborda as curiosidades que a nudez feminina provoca nos editores, estes reagindo de maneiras distintas conforme os costumes de seus países.
                O Fórum de leitores deste número está particularmente especial, graças a marcante participação de dois experientes colecionadores de Quadrinhos, Alexandre Yudenitsch e meu caríssimo amigo Antônio Armando Amaro, além do maior historiador brasileiros dos comics, Luiz Antônio Sampaio – que também é meu ‘chapa’, e já que estou falando de amigos, esta edição do QI também mostra uma emotiva crônica familiar do meu amigo Espedicto Figueiredo: ‘Éramos 7’.
                Worney de Almeida reaparece em a coluna ‘Mantendo Contato’ apresentando curiosas publicações, como a coletânea lançada em 1988 com o famoso Amigo da Onça, de Péricles; e entre outras uma edição tentando divulgar Liz Vamp, a filha do Zé do Caixão, onde foi possível constatar que filha de picareta, picareta é.

                E mais: divulgação das publicações independentes (incluindo nossas edições da Júpiter II) e na quarta capa o indefectível Poeta Vital. Contatos com o editor Ed Guimarães em edgard@ita.br (JS)

quarta-feira, 25 de junho de 2014

OITAVO NÚMERO DE O BOM & VELHO FAROESTE APRESENTA PERSONAGENS DE GEDEONE MALAGOLA

                Sendo o faroeste o gênero mais popular nas décadas passadas (especialmente na primeira metade do século passado), fosse na literatura ou no cinema, os editores de Histórias-em-Quadrinhos rapidamente descobriram o filão, transformando-o igualmente num dos mais rentáveis dos comics (notadamente nos anos posteriores a Segunda Guerra Mundial, com a saturação dos super-heróis dos gibis). A Editora Júpiter original (editora paulistana fundada por Auro Teixeira e Gedeone Malagola) não poderia ficar para trás e também lançou nas bancas o seu título no estilo, chamado Aventuras No Far-West, apresentando HQs estrangeiras do sindicato A.P.L.A. e mostrando diversos e curiosos personagens criados por Gedeone Malagola no início de sua carreira de artista dos Quadrinhos. Nesta oitava edição de O Bom & Velho Faroeste reapresentaremos dois personagens criados por Gedeone Malagola para a Editora Júpiter, esta que foi um digno ‘laboratório’ para aquele que se tornaria um dos mais criativos e profícuos artistas brasileiros dos Quadrinhos. E não só os machões atiravam bem nos Quadrinhos, muitas heroínas de faroeste marcaram História, e Gedeone Malagola também criou a sua cow-girl que se tornou estrela dos gibis da Editora Júpiter: Jane West. Como de praxe naquela época, as exigências editoriais do período levavam os criadores a copiarem o quanto possível os personagens dos comics norte-americanos, que eram os mais rentáveis nas bancas. Jane West é baseada, por exemplo, em personagem norte-americana como Cabelos-de-Fogo (ou Amazona dos Cabelos-de-Fogo, ou Jane Ruiva, nomes brasileiros da personagem Firehair). Jane West, digna precursora da Katy Apache, estrela dos gibis da Grafipar nos anos 1980, não é tão sensual quanto a heroína de Cláudio Seto e Mozart Couto, mas também não deixa de ter sua dose de sensualidade. Na aventura republicada nesta edição de O Bom & Velho Faroeste (originalmente publicada em Aventuras No Far-West n.4 da Editora Júpiter, de abril de 1953), Jane West enfrenta um traficante de armas, com narrativa digna dos antigos seriados de cinema, que Gedeone amava desde criança. Outro personagem de Gedeone Malagola criado para Aventuras No Far-West foi Sierra Lane, “clone” do Durango Kid, o famoso herói consagrado no cinema na pele do ator Charles Starret, e nos Quadrinhos sua pena mais famosa foi a de Fred Guardineer. A exemplo do personagem nascido nos EUA, Sierra Lane também cavalga através das pradarias para manter a ordem no velho oeste. Apesar da semelhança física com o Durango Kid, a atuação de Sierra Lane é mais parecida com a do Zorro/The Lone Ranger, já que parece não ter identidade secreta, e só é visto mascarado, cobrindo o rosto com o famoso lenço-capuz. Na aventura reproduzida em O Bom & Velhor Faroeste n.8 ( e também publicada originalmente no quarto número de Aventuras No Far-West), Sierra Lane ajuda as autoridades a conseguir provas judiciais que possam de fato mandar para a cadeia um criminoso que o próprio Sierra havia capturado, com sua destemida coragem e destreza no colt. E, desta feita, além dos atributos conhecidos, Sierra usará de seus dotes dramáticos, disfarçando-se de velhinha (!!!) para ludibriar o bandido. O melhor de tudo é uma empolgante perseguição ao facínora, que começa a cavalo nas pradarias e termina sob os tetos dos vagões de uma locomotiva em movimento. Gedeone Malagola criou personagens de vários estilos em sua passagem pela Editora Júpiter - os personagens de ficção-científica, notadamente aqueles da Patrulha do Espaço, os fiéis leitores dos gibis da Júpiter II já puderam conhecer acompanhando nossa coleção do Raio Negro; também o cangaceiro Mílton Ribeiro, também criado naquela ocasião,  já publicamos em Aventuras no Cangaço. Agora, é com muita alegria que nesta oportunidade apresentamos dois de seus personagens de faroeste criados na primeira metade da década de 50 do século passado. De quebra, nesta edição, José Salles comenta sobre o filme Trindade Violenta, com Charlton Heston e Anne Baxter. (JS)


segunda-feira, 16 de junho de 2014

JÚPITER 2 LANÇA A 17a. EDIÇÃO DE RAIO NEGRO SUPER-HERÓI

Saiu finalmente o 17º. número de Raio Negro Super-Herói, o clássico personagem brasileiro das Histórias-em-Quadrinhos criado por Gedeone Malagola na segunda metade da década de 60 do século passado e publicado então com muito sucesso pela Gráfica e Editora Penteado (GEP) de Miguel Penteado. Esta 17ª. edição da Júpiter II apresenta capa produzida por Wellinton ‘Vulto’ Santos e é um pouquinho mais polpuda do que as anteriores (32 páginas), apresentando três HQs nostálgicas produzidas pelo saudoso Gedeone Malagola: duas histórias do Raio Negro – que foram extraídas diretamente do Almanaque do Raio Negro publicado por volta de 1969, uma edição reunindo encalhes das edições da GEP (infelizmente não consegui confirmar os números originais do Raio Negro onde foram publicadas). E completando este número mais uma HQ da Patrulha do Espaço, mais especificamente com um de seus integrantes, o intrépido Steve Kirby, publicada originalmente na revista Capitão Wings, lançada pelo Editora Júpiter de Auro Teixeira em fevereiro de 1953 – e como bem se lembram nossos atentos leitores, já publicamos, na edição anterior do Raio Negro, uma aventura da Patrulha do Espaço extraída daquela mesma edição. (JS)

domingo, 1 de junho de 2014

OITAVO NÚMERO DE HISTÓRIAS SAGRADAS APRESENTA PASSAGENS DOS ATOS DOS APÓSTOLOS ADAPTADAS PARA AS HISTÓRIAS-EM-QUADRINHOS

                Neste oitavo número de Histórias Sagradas apresentamos a nossos fiéis leitores algumas conhecidas passagens dos Atos dos Apóstolos adaptadas para as Histórias-em-Quadrinhos. Os Atos dos Apóstolos foram escritos por São Lucas por volta do ano 70 da era cristã – Lucas que não conheceu ou conviveu pessoalmente com Jesus, mas chegou a conhecer a Santa Mãe Maria e os principais apóstolos, tendo sido amigo e companheiro de São Paulo. Os Atos dos Apóstolos narram a criação das primeiras comunidades cristãs, sua expansão, as primeiras perseguições e os primeiros mártires – foi durante este período que se criou o termo ‘cristãos’ para designar os seguidores de Jesus Cristo, que até então eram conhecidos como os seguidores do Caminho. Está expresso no versículo 8 do primeiro capítulo, quando os apóstolos recebem orientações do próprio Jesus ressuscitado, pouco antes de sua ascensão aos céus:  recebereis uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia, e até os confins da terra. Era o Mestre anunciando o Pentecostes. Na Bíblia de Jerusalém (fonte que guia as adaptações em Quadrinhos das nossas Histórias Sagradas) lemos na introdução aos Atos dos Apóstolos: O valor histórico dos Atos dos Apóstolos não é igual. De uma parte, as fontes de que Lucas dispunha não eram homogêneas; de outra, para manejar suas fontes, Lucas gozava de uma liberdade muito grande seguindo o espírito da historiografia antiga, subordinando seus dados históricos a seu desígnio literário e sobretudo a seus interesses teológicos. A despeito de reconhecer essas ‘fragilidades’, conclui o autor da introdução aos Atos na Bíblia de Jerusalém, constatando que estes representam um tesouro cuja ausência teria empobrecido singularmente nosso conhecimento das origens cristãs. O dizer do historiador Ernest Renan define com clareza a importância dessa parte do Evangelho: Os Atos dos Apóstolos, em que se exprime este despertar inicial da consciência cristã é um livro de felicidade. Diante disso, pedimos desde já a compreensão dos leitores com nossas humildes adaptações em Quadrinhos nas páginas seguintes, um mísero esforço de nossa parte para, quem sabe, permita Deus que possa incentivar a uma busca por maior conhecimento dos textos sagrados. Cabe ainda uma explicação por parte deste editor: nasci e fui criado num lar católico, fato que me deixa muito feliz, grato e honrado. Foi graças a minha avó materna, católica fervorosa, que conheci os desígnios de Deus – e mesmo que tenha me perdido durante anos, chafurdando por caminhos ignominiosos, quando o cansaço me alcançou foi a doce memória de minha avó que me reconduziu aos braços de Deus. Entretanto, estas Histórias Sagradas em Quadrinhos não são lidas somente por católicos, prova disso são os elogios que já recebi de leitores protestantes e espíritas. E quem nos acompanha desde o primeiro número, há de constatar nossa intenção ecumênica, mesmo na quinta edição quando homenageamos um vulto do catolicismo, Santo Afonso de Ligório. Por isso, no intuito de enriquecer as adaptações, e visando sobretudo o respeito aos leitores, fui buscar em livros escritos por autores de outros segmentos cristãos uma forma de preencher algumas lacunas dos Atos: Paulo – O 13º. Apóstolo de Ernest Renan; Paulo de Tarso – O Maior Bandeirante do Evangelho de Huberto Rohden; Paulo e Estêvão de Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, As Marcas do Cristo de Hermínio Miranda, além do romance histórico O Grande Amigo de Deus, de Taylor Caldwell – o livro sobre a vida e obra de São Paulo, cujo título mais adequado é mesmo o original, The Great Lion of God, O Grande Leão de Deus. (JS)

sábado, 24 de maio de 2014

SAIU A SEGUNDA EDIÇÃO DO QICO, APRESENTANDO OS DIVERSIFICADOS TALENTOS DE NOSSOS ARTISTAS DA REGIÃO CENTRO-OESTE


                Os mais atentos seguidores deste blog devem se lembrar do entusiasmo que me causou a primeira edição do QICO – Quadrinistas Independentes do Centro Oeste (quem não se lembra pode recordar aqui: http://www.jupiter2hq.blogspot.com.br/2013/06/quadrinistas-independentes-do-centro.html). Pois acabo de receber a segunda edição dessa incrível iniciativa dos nossos artistas da região centro-oeste (formato 22cm x 16 cm, capa em couchê colorida com 44 páginas couchê em preto & branco e tons de cinza), apresentando histórias tão boas quanto ou ainda melhores do que a edição de estréia! Tive a honra e a alegria de escrever o prefácio deste segundo volume, que comento a partir de agora.
                Quem abre a revista é a formidável artista Cátia Ana, com a história ‘Encontro...’, que me parece uma tripla HQ, ou por outra, uma HQ em três fases, mas com uma abordagem em comum: a necessidade que temos de mergulhar, vez por outra, no mundo dos livros, no mundo da fantasia, buscar refúgio no universo dos personagens de ficção, para não sucumbirmos diante da difícil realidade cotidiana.
                ‘Garotas de Sorte’, produzida por Gustavo Sakatsume, vai emocionar todos aqueles que amam os cães, estes admiráveis e fidelíssimos amigos dos humanos.
                Prossegue o QICO volume 2 com a HQ ‘Escolha’, escrita e ilustrada por Heluíza Bragança,  uma história de amor nascida dentro de uma locadora de filmes. E devo confessar a vocês: alguém como eu, que tenta escrever histórias românticas, fica babando de inveja diante de uma HQ como esta! Os filmes hoje em dia são quase todos horrendos, mas a história que Heluíza nos conta nesse ambiente cercado de filmes ruins, é simplesmente adorável!
                ‘Projeto Jaci’, de Maurício Fig, é uma instigante aventura de ficção-científica passada no coração da selva amazônica. Apenas a primeira parte da história é mostrada nesta edição do QICO, mas o autor indica seu endereço virtual para a seqüência: http://www.muricioart.com.br onde terão a chance de conhecer mais do trabalho desse ótimo artista.
                E poucas vezes a expressão “fechando com chave de ouro” foi tão adequada quanto nesta revista, com a incrível Verônica Saiki apresentando ‘Em Busca – um prólogo’, onde vemos o inacreditável Verdugo buscando inspiração para um novo trabalho – e a inspiração chega alucinadamente, cheia de conflitos, e o resultado é sempre o desfecho de um desafio! Como se não bastasse, Verônica ainda homenageia este que vos escreve, e o seu personagem favorito! Que alegria você me proporcionou, querida amiga! Muito obrigado!
Contato através do e-mail revistaqico@gmail.com ou no facebook www.facebook.com/revistaqico. (JS)


segunda-feira, 19 de maio de 2014

INAUGURADA NA CIDADE DE JUNDIAÍ/SP A GIBITECA GEDEONE MALAGOLA


                Aconteceu no dia 17 de maio próximo passado, na cidade paulista de Jundiaí, a inauguração da Gibiteca Gedeone Malagola, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura daquela cidade. O evento contou com a presença da viúva de Gedeone, dona Cleonilda, além de sua filha Gisele (o irmão dela, Géderson Malagola, não pode comparecer por motivos de trabalho), ambas agraciadas com certificados homenageando o saudoso artista dos Quadrinhos. Também contou o evento com exposição do trabalho do artista Paulo Borges, ex-editora Abril, que já desenhou para a Disney italiana, e também para a Marvel e DC – só que, ao contrário da imensa maioria dos artistas que trabalham para as editoras norte-americanas, Borges é muito simpático e boa-praça. O espaço físico da Gibiteca Gedeone Malagola é amplo, espaçoso e confortável, um deleite para os apreciadores dos Quadrinhos de Jundiaí e região, que ganham um novo e excelente espaço de entretenimento, lazer e confraternização. Parabéns a Secretaria de Cultura de Jundiaí, especialmente na escolha do nome que batizou o novo espaço, um artista da terra, um dos mais criativos artistas dos Quadrinhos brasileiros – e patrono da nossa Júpiter II. (JS)

da esquerda para a direita: a sra. Leila, diretora da
Gibiteca, dona Cleonilda Malagola e sua filha
Gisele Malagola


Gisele Malagola exibe o certificado que ganhou da
direção da Gibiteca, homenageando seu pai
Gedeone Malagola

este editor entre Gisele Malagola e dona Cleonilda
Malagola durante a festa de inauguração da
Gibiteca Gedeone Malagola

a primeira doação que este editor fez para a
Gibiteca Gedeone Malagola: edições com os
personagens de Gedene - além do Raio Negro,
foram doadas edições de Aventuras no Cangaço
e também Juju Faísca.

este editor (a direita, onde gosto de estar, hehehe) ao 
lado de Ede Galileu, um dos idealizadores
da Gibiteca Gedeone Malagola.

este editor (sempre a direita...) ao lado do
artista Paulo Borges, que expôs seu
riquíssimo trabalho na Gibiteca
Gedeone Malagola.



espaço amplo e confortável, um bom acervo inicial,
a Gibiteca Gedeone Malagola fica no centro de Jundiaí/SP
na Avenida Dr. Cavalcanti n.396 (Complexo Argos)
e o email é biblioteca@jundiai.sp.gov.br