Emir Ribeiro lança nova edição de sua mais conhecida
personagem, Velta, retomando a
cronologia original após diversas edições apresentando realidades alternativas.
Nesta nova e caprichada publicação (23 cm x 15 cm, capa colorida em papel couchê
apresentando 35 páginas em p&b-tons de cinza) na HQ ‘A Desgraça Nunca Vem
Sozinha’, novas e instigantes personagens entram em cena para enriquecer as
aventuras da Velta – e aqui cabe um breve parênteses, conforme explicação do
autor, a personagem Denise já havia sido criada no início da década de 90 do
século passado, mas só agora estréia oficialmente. E logo de cara vemos Denise,
policial alienígena do mesmo planeta da hermafrodita Doroti, estando na caça
desta, procura o detetive Gilberto (ex-namorado de Velta) para ajuda-la em sua
missão. Logo Velta é chamada para acompanha-los na busca, e lá vão eles na nave
espacial de Denise percorrendo Belo Horizonte, João Pessoa e Curitiba na
procura de Doroti (quem achou que a danada havia morrido, vai se surpreender).
Uma aventura com muito suspense, bom humor, sensualidade e ação, destaque para
a luta entre Denise e Doroti, além da aparição da misteriosa Nefertite, com
adequado visual de deusa egípcia. Os fãs morrendo de curiosidade para a seqüência
que está por vir. Atenção: esta é uma publicação independente do próprio autor
Emir Ribeiro, e os pedidos devem ser feitos diretamente para ele: emir.ribeiro@gmail.com e/ou emir_ribeirojp@yahoo.com.br e não
deixem de visitar a página do Emir em www.emirribeiro.com.br
(JS)
domingo, 13 de julho de 2014
CONFIRAM AS ATRAÇÕES DO FANZINE QI n.127
A 127ª. edição do fanzine QI traz muitas
atrações em suas 28 páginas, começando com uma crônica muito bem humorada sobre
o personagem Visg, escrita por Edgard
Guimarães e ilustrada de forma muito peculiar por Marcos Fabiano Lopes. Visg,
super-herói brasileiro dos Quadrinhos criado por M.R. Candia (também autor do
impagável Homem-Microscópico, que
merece uma aparição no QI), que teve uma única edição publicada no final da
década de 60 do século passado mas que até hoje é comentado pelos fãs e
estudiosos da HQB, inclusive lembrado por Watson Portela em ‘O Último Vôo Livre’.
Na coluna ‘Quadrinhos Brasileiros Bissextos’, Edgard Guimarães comenta sobre
uma revista lançada por um grupo de artistas brasileiros em meados da década de
70 do século XX, de muito boa qualidade mas que teve somente dois números – o nome
da revista reproduz a famosa interjeição mineira, ‘Uai!!’
Muito
oportuna a reprodução de uma entrevista dada pelo próprio editor do QI ao estudante Kleber William Lourenção
Gomes, perguntas pertinentes com respostas concisas e perfeitamente
explicativas.
Olhem
que curioso o que aconteceu neste número do QI,
que nos dá a exata compreensão do que representa um Editor com ‘E’ maiúsculo: a
partir da dúvida de um leitor (o grande artista Luciano Freiberger) a respeito
do artista Valdecy Ferreira, Ed Guimarães desenvolveu intensa pesquisa nas
publicações brasileiras de terror para apresentar a trajetória de Valdecy nos
Quadrinhos, que não é pequena, tendo mostrado seu talento em várias revistas de
diversas editoras brasileiras.
Em
‘Desvendando Alma Em Matéria Pouca’, Edgard Guimarães, a partir de uma tira do Tarzan por Russ Manning e também do Thorgal, aborda as curiosidades que a
nudez feminina provoca nos editores, estes reagindo de maneiras distintas
conforme os costumes de seus países.
O
Fórum de leitores deste número está particularmente especial, graças a marcante
participação de dois experientes colecionadores de Quadrinhos, Alexandre
Yudenitsch e meu caríssimo amigo Antônio Armando Amaro, além do maior
historiador brasileiros dos comics,
Luiz Antônio Sampaio – que também é meu ‘chapa’, e já que estou falando de
amigos, esta edição do QI também mostra uma emotiva crônica familiar do meu
amigo Espedicto Figueiredo: ‘Éramos 7’.
Worney
de Almeida reaparece em a coluna ‘Mantendo Contato’ apresentando curiosas
publicações, como a coletânea lançada em 1988 com o famoso Amigo da Onça, de Péricles; e entre outras uma edição tentando
divulgar Liz Vamp, a filha do Zé do Caixão, onde foi possível constatar que filha
de picareta, picareta é.
E
mais: divulgação das publicações independentes (incluindo nossas edições da
Júpiter II) e na quarta capa o indefectível Poeta
Vital. Contatos com o editor Ed Guimarães em edgard@ita.br
(JS)
quarta-feira, 25 de junho de 2014
OITAVO NÚMERO DE O BOM & VELHO FAROESTE APRESENTA PERSONAGENS DE GEDEONE MALAGOLA
Sendo o
faroeste o gênero mais popular nas décadas passadas (especialmente na primeira
metade do século passado), fosse na literatura ou no cinema, os editores de
Histórias-em-Quadrinhos rapidamente descobriram o filão, transformando-o
igualmente num dos mais rentáveis dos comics
(notadamente nos anos posteriores a Segunda Guerra Mundial, com a saturação dos
super-heróis dos gibis). A Editora Júpiter original (editora paulistana fundada
por Auro Teixeira e Gedeone Malagola) não poderia ficar para trás e também lançou
nas bancas o seu título no estilo, chamado Aventuras
No Far-West, apresentando HQs estrangeiras do sindicato A.P.L.A. e
mostrando diversos e curiosos personagens criados por Gedeone Malagola no
início de sua carreira de artista dos Quadrinhos. Nesta oitava edição de O Bom
& Velho Faroeste reapresentaremos dois personagens criados por
Gedeone Malagola para a Editora Júpiter, esta que foi um digno ‘laboratório’
para aquele que se tornaria um dos mais criativos e profícuos artistas
brasileiros dos Quadrinhos. E não só os machões atiravam bem nos Quadrinhos,
muitas heroínas de faroeste marcaram História, e Gedeone Malagola também criou
a sua cow-girl que se tornou estrela
dos gibis da Editora Júpiter: Jane West. Como de praxe naquela
época, as exigências editoriais do período levavam os criadores a copiarem o
quanto possível os personagens dos comics norte-americanos, que eram os mais
rentáveis nas bancas. Jane West é baseada, por exemplo, em personagem
norte-americana como Cabelos-de-Fogo
(ou Amazona dos Cabelos-de-Fogo, ou Jane Ruiva, nomes brasileiros da
personagem Firehair). Jane West,
digna precursora da Katy Apache,
estrela dos gibis da Grafipar nos anos 1980, não é tão sensual quanto a heroína
de Cláudio Seto e Mozart Couto, mas também não deixa de ter sua dose de
sensualidade. Na aventura republicada nesta edição de O Bom & Velho Faroeste (originalmente publicada em Aventuras No Far-West n.4 da Editora
Júpiter, de abril de 1953), Jane West enfrenta um traficante de armas, com
narrativa digna dos antigos seriados de cinema, que Gedeone amava desde
criança. Outro personagem de Gedeone Malagola criado para Aventuras No Far-West foi Sierra Lane, “clone” do Durango Kid, o famoso herói consagrado
no cinema na pele do ator Charles Starret, e nos Quadrinhos sua pena mais
famosa foi a de Fred Guardineer. A exemplo do personagem nascido nos EUA,
Sierra Lane também cavalga através das pradarias para manter a ordem no velho
oeste. Apesar da semelhança física com o Durango Kid, a atuação de Sierra Lane
é mais parecida com a do Zorro/The Lone
Ranger, já que parece não ter identidade secreta, e só é visto mascarado,
cobrindo o rosto com o famoso lenço-capuz. Na aventura reproduzida em O Bom
& Velhor Faroeste n.8 ( e também publicada originalmente no quarto número
de Aventuras No Far-West), Sierra
Lane ajuda as autoridades a conseguir provas judiciais que possam de fato
mandar para a cadeia um criminoso que o próprio Sierra havia capturado, com sua
destemida coragem e destreza no colt. E, desta feita, além dos atributos
conhecidos, Sierra usará de seus dotes dramáticos, disfarçando-se de velhinha
(!!!) para ludibriar o bandido. O melhor de tudo é uma empolgante perseguição
ao facínora, que começa a cavalo nas pradarias e termina sob os tetos dos
vagões de uma locomotiva em movimento. Gedeone Malagola criou personagens de
vários estilos em sua passagem pela Editora Júpiter - os personagens de
ficção-científica, notadamente aqueles da Patrulha
do Espaço, os fiéis leitores dos gibis da Júpiter II já puderam conhecer
acompanhando nossa coleção do Raio Negro;
também o cangaceiro Mílton Ribeiro,
também criado naquela ocasião, já
publicamos em Aventuras no Cangaço.
Agora, é com muita alegria que nesta oportunidade apresentamos dois de seus
personagens de faroeste criados na primeira metade da década de 50 do século
passado. De quebra, nesta edição, José Salles comenta sobre o filme Trindade Violenta, com Charlton Heston e
Anne Baxter. (JS)
segunda-feira, 16 de junho de 2014
JÚPITER 2 LANÇA A 17a. EDIÇÃO DE RAIO NEGRO SUPER-HERÓI
Saiu
finalmente o 17º. número de Raio Negro Super-Herói, o clássico
personagem brasileiro das Histórias-em-Quadrinhos criado por Gedeone Malagola
na segunda metade da década de 60 do século passado e publicado então com muito
sucesso pela Gráfica e Editora Penteado (GEP) de Miguel Penteado. Esta 17ª.
edição da Júpiter II apresenta capa produzida por Wellinton ‘Vulto’ Santos e é
um pouquinho mais polpuda do que as anteriores (32 páginas), apresentando três
HQs nostálgicas produzidas pelo saudoso Gedeone Malagola: duas histórias do Raio Negro – que foram extraídas
diretamente do Almanaque do Raio Negro
publicado por volta de 1969, uma edição reunindo encalhes das edições da GEP (infelizmente
não consegui confirmar os números originais do Raio Negro onde foram publicadas). E completando este número mais
uma HQ da Patrulha do Espaço, mais
especificamente com um de seus integrantes, o intrépido Steve Kirby, publicada originalmente na revista Capitão Wings, lançada pelo Editora
Júpiter de Auro Teixeira em fevereiro de 1953 – e como bem se lembram nossos
atentos leitores, já publicamos, na edição anterior do Raio Negro, uma aventura da Patrulha
do Espaço extraída daquela mesma edição. (JS)
domingo, 1 de junho de 2014
OITAVO NÚMERO DE HISTÓRIAS SAGRADAS APRESENTA PASSAGENS DOS ATOS DOS APÓSTOLOS ADAPTADAS PARA AS HISTÓRIAS-EM-QUADRINHOS
Neste
oitavo número de Histórias Sagradas apresentamos a nossos fiéis leitores algumas
conhecidas passagens dos Atos dos Apóstolos adaptadas para as
Histórias-em-Quadrinhos. Os Atos dos Apóstolos foram escritos por São Lucas por
volta do ano 70 da era cristã – Lucas que não conheceu ou conviveu pessoalmente
com Jesus, mas chegou a conhecer a Santa Mãe Maria e os principais apóstolos,
tendo sido amigo e companheiro de São Paulo. Os Atos dos Apóstolos narram a
criação das primeiras comunidades cristãs, sua expansão, as primeiras
perseguições e os primeiros mártires – foi durante este período que se criou o
termo ‘cristãos’ para designar os seguidores de Jesus Cristo, que até então
eram conhecidos como os seguidores do Caminho. Está expresso no versículo 8 do
primeiro capítulo, quando os apóstolos recebem orientações do próprio Jesus
ressuscitado, pouco antes de sua ascensão aos céus: recebereis
uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas
testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia, e até os confins da terra. Era
o Mestre anunciando o Pentecostes. Na Bíblia de Jerusalém (fonte que guia as
adaptações em Quadrinhos das nossas Histórias
Sagradas) lemos na introdução aos Atos dos Apóstolos: O valor histórico dos Atos dos Apóstolos não é igual. De uma parte, as
fontes de que Lucas dispunha não eram homogêneas; de outra, para manejar suas
fontes, Lucas gozava de uma liberdade muito grande seguindo o espírito da
historiografia antiga, subordinando seus dados históricos a seu desígnio
literário e sobretudo a seus interesses teológicos. A despeito de
reconhecer essas ‘fragilidades’, conclui o autor da introdução aos Atos na
Bíblia de Jerusalém, constatando que estes representam um tesouro cuja ausência teria empobrecido singularmente nosso
conhecimento das origens cristãs. O dizer do historiador Ernest Renan
define com clareza a importância dessa parte do Evangelho: Os Atos dos Apóstolos, em que se exprime este despertar inicial da
consciência cristã é um livro de felicidade. Diante disso, pedimos desde já
a compreensão dos leitores com nossas humildes adaptações em Quadrinhos nas
páginas seguintes, um mísero esforço de nossa parte para, quem sabe, permita
Deus que possa incentivar a uma busca por maior conhecimento dos textos
sagrados. Cabe ainda uma explicação por parte deste editor: nasci e fui criado
num lar católico, fato que me deixa muito feliz, grato e honrado. Foi graças a
minha avó materna, católica fervorosa, que conheci os desígnios de Deus – e
mesmo que tenha me perdido durante anos, chafurdando por caminhos ignominiosos,
quando o cansaço me alcançou foi a doce memória de minha avó que me reconduziu
aos braços de Deus. Entretanto, estas Histórias
Sagradas em Quadrinhos não são lidas somente por católicos, prova disso são
os elogios que já recebi de leitores protestantes e espíritas. E quem nos
acompanha desde o primeiro número, há de constatar nossa intenção ecumênica,
mesmo na quinta edição quando homenageamos um vulto do catolicismo, Santo
Afonso de Ligório. Por isso, no intuito de enriquecer as adaptações, e visando
sobretudo o respeito aos leitores, fui buscar em livros escritos por autores de
outros segmentos cristãos uma forma de preencher algumas lacunas dos Atos: Paulo – O 13º. Apóstolo de Ernest Renan;
Paulo de Tarso – O Maior Bandeirante do
Evangelho de Huberto Rohden; Paulo e
Estêvão de Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, As Marcas do Cristo de Hermínio Miranda, além do romance histórico O Grande Amigo de Deus, de Taylor
Caldwell – o livro sobre a vida e obra de São Paulo, cujo título mais adequado
é mesmo o original, The Great Lion of God,
O Grande Leão de Deus. (JS)
sábado, 24 de maio de 2014
SAIU A SEGUNDA EDIÇÃO DO QICO, APRESENTANDO OS DIVERSIFICADOS TALENTOS DE NOSSOS ARTISTAS DA REGIÃO CENTRO-OESTE
Os
mais atentos seguidores deste blog devem se lembrar do entusiasmo que me causou
a primeira edição do QICO – Quadrinistas Independentes do Centro
Oeste (quem não se lembra pode recordar aqui: http://www.jupiter2hq.blogspot.com.br/2013/06/quadrinistas-independentes-do-centro.html).
Pois acabo de receber a segunda edição dessa incrível iniciativa dos nossos
artistas da região centro-oeste (formato 22cm x 16 cm, capa em couchê colorida
com 44 páginas couchê em preto & branco e tons de cinza), apresentando histórias tão boas quanto ou ainda
melhores do que a edição de estréia! Tive a honra e a alegria de escrever o
prefácio deste segundo volume, que comento a partir de agora.
Quem
abre a revista é a formidável artista Cátia Ana, com a história ‘Encontro...’,
que me parece uma tripla HQ, ou por outra, uma HQ em três fases, mas com uma
abordagem em comum: a necessidade que temos de mergulhar, vez por outra, no
mundo dos livros, no mundo da fantasia, buscar refúgio no universo dos
personagens de ficção, para não sucumbirmos diante da difícil realidade
cotidiana.
‘Garotas
de Sorte’, produzida por Gustavo Sakatsume, vai emocionar todos aqueles que
amam os cães, estes admiráveis e fidelíssimos amigos dos humanos.
Prossegue
o QICO volume 2 com a HQ ‘Escolha’, escrita e ilustrada por Heluíza Bragança, uma história de amor nascida dentro de uma
locadora de filmes. E devo confessar a vocês: alguém como eu, que tenta
escrever histórias românticas, fica babando de inveja diante de uma HQ como
esta! Os filmes hoje em dia são quase todos horrendos, mas a história que
Heluíza nos conta nesse ambiente cercado de filmes ruins, é simplesmente
adorável!
‘Projeto
Jaci’, de Maurício Fig, é uma instigante aventura de ficção-científica passada
no coração da selva amazônica. Apenas a primeira parte da história é mostrada
nesta edição do QICO, mas o autor indica seu endereço virtual para a seqüência:
http://www.muricioart.com.br onde
terão a chance de conhecer mais do trabalho desse ótimo artista.
E
poucas vezes a expressão “fechando com chave de ouro” foi tão adequada quanto
nesta revista, com a incrível Verônica Saiki apresentando ‘Em Busca – um prólogo’,
onde vemos o inacreditável Verdugo buscando inspiração para um novo trabalho –
e a inspiração chega alucinadamente, cheia de conflitos, e o resultado é sempre
o desfecho de um desafio! Como se não bastasse, Verônica ainda homenageia este
que vos escreve, e o seu personagem favorito! Que alegria você me proporcionou,
querida amiga! Muito obrigado!
Contato através do e-mail revistaqico@gmail.com ou no facebook www.facebook.com/revistaqico. (JS)segunda-feira, 19 de maio de 2014
INAUGURADA NA CIDADE DE JUNDIAÍ/SP A GIBITECA GEDEONE MALAGOLA
Aconteceu
no dia 17 de maio próximo passado, na cidade paulista de Jundiaí, a inauguração
da Gibiteca
Gedeone Malagola, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura
daquela cidade. O evento contou com a presença da viúva de Gedeone, dona
Cleonilda, além de sua filha Gisele (o irmão dela, Géderson Malagola, não pode
comparecer por motivos de trabalho), ambas agraciadas com certificados
homenageando o saudoso artista dos Quadrinhos. Também contou o evento com
exposição do trabalho do artista Paulo Borges, ex-editora Abril, que já
desenhou para a Disney italiana, e também para a Marvel e DC – só que, ao
contrário da imensa maioria dos artistas que trabalham para as editoras
norte-americanas, Borges é muito simpático e boa-praça. O espaço físico da
Gibiteca Gedeone Malagola é amplo, espaçoso e confortável, um deleite para os apreciadores
dos Quadrinhos de Jundiaí e região, que ganham um novo e excelente espaço de entretenimento,
lazer e confraternização. Parabéns a Secretaria de Cultura de Jundiaí,
especialmente na escolha do nome que batizou o novo espaço, um artista da
terra, um dos mais criativos artistas dos Quadrinhos brasileiros – e patrono da
nossa Júpiter II. (JS)
da esquerda para a direita: a sra. Leila, diretora da
Gibiteca, dona Cleonilda Malagola e sua filha
Gisele Malagola
Gisele Malagola exibe o certificado que ganhou da
direção da Gibiteca, homenageando seu pai
Gedeone Malagola
este editor entre Gisele Malagola e dona Cleonilda
Malagola durante a festa de inauguração da
Gibiteca Gedeone Malagola
a primeira doação que este editor fez para a
Gibiteca Gedeone Malagola: edições com os
personagens de Gedene - além do Raio Negro,
foram doadas edições de Aventuras no Cangaço
e também Juju Faísca.
este editor (a direita, onde gosto de estar, hehehe) ao
lado de Ede Galileu, um dos idealizadores
da Gibiteca Gedeone Malagola.
este editor (sempre a direita...) ao lado do
artista Paulo Borges, que expôs seu
riquíssimo trabalho na Gibiteca
Gedeone Malagola.
espaço amplo e confortável, um bom acervo inicial,
a Gibiteca Gedeone Malagola fica no centro de Jundiaí/SP
na Avenida Dr. Cavalcanti n.396 (Complexo Argos)
e o email é biblioteca@jundiai.sp.gov.br
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